O tão esperado encontro entre Donald Trump e Vladimir Putin finalmente aconteceu nesta sexta-feira (15), em Anchorage, no Alasca. A reunião, que durou cerca de três horas, não trouxe anúncios bombásticos, mas serviu para marcar a reaproximação entre os dois líderes após anos de distanciamento.
Trump saiu da cúpula afirmando que o diálogo foi “muito produtivo”. Putin, por sua vez, reforçou que a segurança da Rússia continua sendo prioridade e ainda deixou no ar um convite polêmico: sugeriu que o próximo encontro aconteça em Moscou. Trump não descartou a ideia — e, claro, isso já está dando o que falar.
Enquanto isso, a Ucrânia acompanhou tudo de perto. O presidente Volodymyr Zelensky não poupou críticas e classificou a reunião como “inútil”, já que nenhum avanço concreto sobre um possível cessar-fogo foi anunciado.
No fim das contas, o encontro serviu mais como um gesto diplomático do que como uma virada de jogo. Analistas avaliam que o simples fato de os dois líderes voltarem a dividir a mesma mesa já é um sinal político importante — mesmo sem acordos prontos para serem assinados.
















