Menina de 1 ano e 11 meses enfrenta paralisia cerebral, epilepsia e outras condições neurológicas; tratamento em Curitiba custa R$ 80 mil
A família da pequena Rebeca Emeline Balbinotti de Sousa Fernandez, de 1 ano e 11 meses, iniciou uma campanha solidária para arrecadar recursos que possibilitem a realização de um tratamento de neuroregeneração em Curitiba (PR). Diagnosticada com paralisia cerebral tetraespástica, síndrome dos espasmos epilépticos infantis, atraso global do desenvolvimento neuropsicomotor e baixa visão, a menina necessita de acompanhamento médico especializado e terapias contínuas.
A história de Rebeca começou ainda no nascimento. Filha de uma gestação de alto risco, marcada por pré-eclâmpsia grave e infecções urinárias, ela nasceu prematuramente, com 36 semanas e cinco dias, por meio de uma cesariana de urgência.
Logo após o parto, precisou ser reanimada e sofreu duas paradas cardiorrespiratórias. A criança foi intubada e apresentou crises convulsivas, que resultaram em uma grave lesão encefálica hipóxico-isquêmica, causada pela falta de oxigenação.
Aos seis meses de vida, Rebeca voltou a apresentar crises convulsivas e espasmos infantis, o que ocasionou a regressão de importantes marcos do desenvolvimento. Com o início do tratamento com vigabatrina, houve melhora significativa no controle das crises, mas ela ainda enfrenta um quadro grave de atraso no desenvolvimento neuropsicomotor.
Agora, a família deposita esperança em um tratamento de neuroregeneração, que poderá contribuir para avanços no desenvolvimento motor e neurológico, além de proporcionar mais qualidade de vida.
O custo do procedimento é de R$ 80 mil, valor que contempla apenas o tratamento médico. Diante disso, familiares e amigos iniciaram uma campanha para arrecadar doações.
Segundo a mãe, Alessandra Balbinotti, qualquer contribuição pode fazer a diferença para que a filha tenha acesso ao tratamento.
Como ajudar
As doações podem ser feitas por meio da chave Pix:
Chave Pix: 12507011980
Titular: Alessandra Balbinotti
A família também pede que a campanha seja compartilhada, ampliando a corrente de solidariedade em favor da pequena Rebeca.












