A prestação de contas da 36ª Festa Nacional do Pinhão apresentou números que demonstram o impacto do evento na economia, no turismo e na cultura de Lages e da Serra Catarinense.Ao longo dos 17 dias de programação, mais de 380 mil pessoas passaram pelos espaços da festa.
O impacto econômico estimado é de aproximadamente R$ 90 milhões, considerando toda a cadeia produtiva envolvida, incluindo o Parque de Exposições Conta Dinheiro, Recanto do Pinhão, Mercado Público, hotelaria, gastronomia, comércio, postos de combustíveis, turismo, transporte e prestação de serviços.
No setor turístico, mais de 54 mil visitantes ficaram hospedados em hotéis e outros meios de hospedagem. Além disso, cerca de 5 mil pessoas visitaram a cidade por meio de excursões no formato bate-volta. A rede hoteleira registrou taxa média de ocupação de 85%, reforçando o aumento da demanda durante o período da festa.
O evento também fortaleceu a visibilidade da Serra Catarinense, recebendo visitantes de mais de 20 estados brasileiros, entre eles Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e Minas Gerais.
Outro destaque da prestação de contas foi o desempenho do Recanto do Pinhão, que movimentou R$ 2.516.606,36 com a comercialização dos espaços destinados aos participantes.
O local reuniu oito entidades filantrópicas, seis grupos de produtores e artesãos e dois bares, representados pela CDL e Bally.A programação foi distribuída por diversos espaços da cidade durante os 17 dias de evento.
Ao todo, foram realizados 36 shows nacionais, entre a Arena Pinhão e o Recanto do Pinhão. O Festival Sabores contou com 45 apresentações, o Palco Entrevero recebeu 39 atrações, o Recanto do Pinhão sediou 30 apresentações e a Arena da Tradição promoveu 12 apresentações, valorizando a cultura, a música e as tradições da Serra Catarinense.
Os números apresentados reforçam a importância da Festa Nacional do Pinhão como um dos principais eventos de Santa Catarina, impulsionando o turismo, fortalecendo a economia local e promovendo a cultura serrana.













