13. setembro 2026

Santa Catarina confirma dois casos de Febre do Nilo Ocidental, com um óbito

Vítima tinha 77 anos e morava em Imbituba; segundo paciente, de Caçador, recebeu alta após internação

A Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (SES) confirmou, nesta segunda-feira (24), dois casos de Febre do Nilo Ocidental (FNO) no estado. Um dos casos evoluiu para óbito e o outro paciente recebeu alta após internação.

A vítima era uma mulher de 77 anos, moradora de Imbituba. O segundo paciente tem 56 anos e reside em Caçador. Segundo a SES, os dois apresentaram manifestações neurológicas.

Os casos permanecem em investigação epidemiológica para identificar possíveis locais de infecção e verificar as circunstâncias relacionadas à circulação do vírus em Santa Catarina.

Na maioria dos casos, a infecção pelo vírus do Nilo Ocidental não provoca sintomas. Quando aparecem, os sinais iniciais podem incluir febre, dor de cabeça, dores no corpo e mal-estar. Em uma parcela menor dos infectados, a doença pode atingir o sistema nervoso central e evoluir para quadros mais graves, como meningite e encefalite.

A Febre do Nilo Ocidental é uma doença causada por vírus e transmitida principalmente pela picada de mosquitos infectados, especialmente do gênero Culex. O vírus circula naturalmente entre mosquitos e aves silvestres, enquanto seres humanos e equídeos são considerados hospedeiros acidentais.

A doença não é transmitida diretamente de pessoa para pessoa ou de aves para pessoas.

Para reduzir o risco de infecção, a SES recomenda o uso de repelente, instalação de telas em portas e janelas e utilização de roupas que cubram a maior parte da pele em locais com presença de mosquitos.

Também é importante manter os ambientes limpos e eliminar recipientes e outros locais que possam acumular água parada, reduzindo as condições favoráveis à proliferação dos mosquitos.

A orientação da Secretaria de Estado da Saúde é procurar atendimento médico caso surjam sintomas compatíveis com a doença, especialmente quando acompanhados de manifestações neurológicas, como confusão mental, alteração de consciência ou fraqueza. O paciente deve informar ao profissional de saúde se esteve em locais onde possa ter ocorrido exposição a mosquitos.

Fonte: Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina

Colunistas

Edit Template

Deixe um comentario

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Sobre

Notícias de Lages e região, com foco em informação confiável e independente. Acompanhe os principais acontecimentos da Serra Catarinense com  responsabilidade e compromisso com a verdade.

E-mail para contato ✉️: jornalscfatos@gmail.com